Os atletas retornavam da Copa Sobral de Basquete quando o ônibus em que viajavam capotou na CE-187, em Tauá. A tragédia tirou a vida de jovens com idades entre 15 e 22 anos e mobilizou familiares, amigos, colegas de escola, professores e moradores da cidade.
O treinador do time Basquete Juazeiro do Norte, Ricardo Lemos, lamentou, nesta terça-feira (16), a morte dos sete jovens membros de seu grupo, após o ônibus que transportava o grupo se envolver em um acidente em Tauá, no Interior do Ceará. O profissional, que teve o rosto fraturado na ocasião, é um dos sobreviventes da tragédia registrada na segunda-feira (15).
Na ocasião, Ricardo Lemos relembrou que, no primeiro momento após o acidente, não percebeu que estava ferido e que seu pensamento inicial foi de socorrer os atletas. "Não percebi que meu rosto estava sangrando, que minha perna estava cortada."
Presente no Ginásio, o treinador se emocionou e disse não esperar ver aquele local, onde acontecem jogos e competições, com um velório. "Não é assim que queria ver a nossa quadra, não é assim que queria ver o nosso esporte, mas eu sei que, assim, cada um tem a sua crença e penso que cada pessoa vai viver esse momento se apegando à força maior que você tem."
“Não sei explicar o sentimento que eu estou tendo agora, de estar aqui, representando a nossa equipe, porque eu trocaria a minha vida pelo lugar daqueles meninos ali.” Ricardo Lemos.
O professor lembrou que trabalha há 20 anos como treinador voluntário e que realizar viagens e deslocamentos para competições fazem parte da rotina de profissionais e atletas.
O treinador do time Basquete Juazeiro do Norte, Ricardo Lemos, lamentou, nesta terça-feira (16), a morte dos sete jovens membros de seu grupo, após o ônibus que transportava o grupo se envolver em um acidente em Tauá, no Interior do Ceará. O profissional, que teve o rosto fraturado na ocasião, é um dos sobreviventes da tragédia registrada na segunda-feira (15).
Na ocasião, Ricardo Lemos relembrou que, no primeiro momento após o acidente, não percebeu que estava ferido e que seu pensamento inicial foi de socorrer os atletas. "Não percebi que meu rosto estava sangrando, que minha perna estava cortada."
Presente no Ginásio, o treinador se emocionou e disse não esperar ver aquele local, onde acontecem jogos e competições, com um velório. "Não é assim que queria ver a nossa quadra, não é assim que queria ver o nosso esporte, mas eu sei que, assim, cada um tem a sua crença e penso que cada pessoa vai viver esse momento se apegando à força maior que você tem."
“Não sei explicar o sentimento que eu estou tendo agora, de estar aqui, representando a nossa equipe, porque eu trocaria a minha vida pelo lugar daqueles meninos ali.” Ricardo Lemos.
O professor lembrou que trabalha há 20 anos como treinador voluntário e que realizar viagens e deslocamentos para competições fazem parte da rotina de profissionais e atletas.